Sempre que vejo o nome Raul, começo mentalmente a entoar a Metamorfose Ambulante, uma música que tem sido uma espécie de mantra para mim desde a adolescência. É, sem dúvida, a referência mais forte que tenho de Raul, que é um nome pouco presente na minha vida mas perfeitamente familiar a todos os portugueses [por acaso até mora um pequeno Raul no meu prédio, sei que partilha o nome com o avô, mas habitualmente não nos cruzamos]. Em 2013, escrevi que seria um bom momento para usar Raul e continuo a achar o mesmo, sobretudo agora que olhamos com mais interesse para nomes simples. Gostamos de Laura, de Artur, até de Samuel, e Raul não anda muito longe. Anagrama de Luar, Raul significa "lobo conselheiro" e em 2018 rondou os 50 registos em Portugal, estando no top 100, pelo menos, desde 1990.
Para ser justa, Gil também não é um nome que ouça muito fora do contexto futebolístico, ainda que seja o nome do sobrinho de uma grande amiga. Sabem que eu não sou pessoa dada a nomes curtos, mas Gil é uma das excepções e posso dizer que me agrada mesmo muito! Custa-me um pouco a entender por que é que não se usa mais [também rondou os 50 registos em 2018], quando faria par perfeito com Alice, Luísa, Martim, Vasco e até Nuno, por exemplo!














