Quando escrevi o post sobre Gisela, disse que havia nomes que, indevidamente, não chamavam muito a minha atenção. Andreia e Adriana são também exemplo disso. Sei que eles existem, conheço pessoas com estes nomes, acho-os bonitos, mas é raro pensar neles. Eu não penso, mas eles estão na cabeça de muita gente. Apesar de terem ficado fora do top 50 em 2011, tiveram mais de cem registos, algo que apenas 68 nomes femininos conseguiram (e apenas 60 nomes masculinos). E mais: Andrea teve 20 registos, mas não sei determinar se todos eles correspondem a meninas, porque é uma das variantes internacionais de André e o ranking não faz essa distinção.
Ambos são nomes internacionais, sujeitos a pequenas variantes mas, ainda assim, fáceis de pronunciar. Andreia parece-me mais delicado do que Adriana, que considero mais divertido. Não são nomes “frescos” porque os andamos a ouvir há bastante tempo, mas como nunca foram extraordinariamente populares, também não cansam nem apontam em exclusivo para uma determinada época.
A minha Adriana preferida é a Calcanhotto, mas a supermodelo Adriana Lima é a grande embaixadora do nome. Quando a Andreia, só me ocorrem os vernizes, mas também não é preciso haver ninguém com esse nome para o tornar charmoso…