Daniel

23.4.13


Ontem, a Su. comentou que Daniel tem estado presente em quase todas as listas que tenho publicado referentes a nomes que são populares noutros países e que têm a mesma grafia em Portugal e é inegável que se trata de um nome muito internacional porque, para além de se usar num grande número de países, é  muito comum, sendo reconhecido por quase todos os que o ouvem. Para isso, deverá ter contribuído o facto de ser o nome de um dos profetas do Antigo Testamento, que significa "Deus é o meu Juiz". 
Daniel é um nome com tradição em Portugal e hoje está no lote dos mais populares, tendo sido o 23.º nome masculino mais registado de 2012, com 622 registos. Apesar de ter notado um aumento de popularidade a partir dos anos 90, tenho a sensação de que Daniel é daqueles nomes que sempre se ouviu, com maior ou menor frequência. Na verdade, o melhor resultado de Daniel ocorreu em 1996, quando foi registado em 1760 meninos, ficando na 10.ª posição do ranking masculino!
Aqui ao lado, em Espanha, é mesmo muito popular já que, em 2011, foi o 2.º nome masculino mais registado. No mesmo período, foi  4.º na Irlanda, 10.º nos EUA, 14.º em Inglaterra, 22.º em Gales, 30.º na Austrália e 50.º na Alemanha, só para citar algumas estatísticas. 
Sinceramente, não encontro nada de negativo a apontar a este nome mas também não me deixa particularmente encantada. Acho-o bonito e considero-o uma boa escolha mas, talvez por culpa do destaque que Gabriel e Rafael tiveram nos últimos anos, já não o acho muito fresco. Ainda assim, quem o escolhe fá-lo, provavelmente, por outros motivos, que terão mais que ver com a sobriedade e intemporalidade do mesmo. 

29 comentários :

  1. Na mesma linha, gosto bem mais de Gabriel ...

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  2. Não gosto de Daniel.
    Mas sabia que, o Top do Top dos nomes mais usados nos países da Europa, América e Austrália, são:

    1-Sophia/Sophie/Sofia
    2-Isabella/ Isabela
    3-Emma
    4-Lily
    5-Emily/Emilie
    6-Chloe
    7-Olivia
    8-Ava
    9-Mary/Marie/Maria
    10-Anna/Hannah/Ana

    1-Lucas
    2-Noah
    3-Mathias/Mateo/Matthew
    4-Alejandro/Alexander
    5-Jackson
    6-Diego
    7-Ethan
    8-Oliver

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  3. Daniel é sóbrio e nem por isso demasiadamente usado.

    Não acho piada nem a Sofia nem a Lucas, muito sinceramente.

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  4. Gosto bastante de Daniel, aliás os nomes terminados em el, em sua maioria, são mto bonitos. Gabriel, Rafael, Miguel, Isabel, Ariel.. todos eu gosto.

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  5. Gosto mais de Gabriel, mas Daniel também é muito bonito.

    Não considero Daniel nada "sóbrio", mas talvez porque a pessoa que melhor conheço com esse nome é tudo menos sóbria... :)

    Por acaso, acho que para rapaz David, Gabriel, Daniel, Luca/Lucas e Noah são os nomes masculinos mais internacionais do Ocidente.

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  6. Vejo que tem insistido nos nomes internacionais. Não considero isso o mais importante...acho que não devemos de deixar de usar um nome que gostamos por não ser super reconhecido lá fora. Cada país, tem os seus nomes e as suas tendências. Somos um universo de vários povos e tradições, somos todos diferentes e isso é que tem graça. Acha que teria piada se os chineses imigrantes se chamassem José, Maria, Sofia? Não tinha. São imigrantes e têm os seus nomes, os nomes do seu país...Ji, Yang, Chu. Concordo que nomes com til, cedilhas e acentos podem ser evitados, mas só isso.
    Veja o exemplo do Diogo Morgado. Diogo é um nome pouco reconhecido nos EUA (a sua tradução é James) e ninguém tem problemas em dizer o nome do "hot Jesus", nem a Oprah, por acaso pronunciou muito bem. E acha que se ele se chamasse João ou Gonçalo não sabiam dizer também? Claro que sabiam e não seria problema nenhum, é apenas um nome, de um ator que não é Americano, como tantos outros.
    Tenho alguns colegas de outras nacionalidades, e os nomes posso não os conhecer, mas sei pronuncia-los porque eles me ensinaram, a partir do momento em que se apresentaram.
    Não vejo problemas de maior em ter um nome pouco internacional.
    Não tinha piada nenhuma se toda a gente no mundo tivesse os mesmos 50 ou 100 nomes. Somos todos diferentes, somos um universo de 190 países, somos brancos, pretos, amarelos, vermelhos, somos Joãos, Emas, Noahs, Yangs, somos povos diferentes que nos misturamos e levamos aquilo que é NOSSO ao resto do mundo, e isso é que é a universalidade.
    Já agora para o meu bebé que vai nascer estou indecisa entre Valentim e Mateus. Acha que são nomes que se reconhecem internacionalmente? Só por curiosidade, porque não pretendo mudar, um desses será.

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  7. Sónia, nomes como Diogo, por exemplo, não são internacionais mas escapam por não serem muito "difíceis". Já João é impossível. Os grafemas nh e lh idem, assim como diversos ditongos. Falo por "experiência alheia". O meu pai nasceu e cresceu num país de língua inglesa e só veio para cá aos 30, e só ele sabe o que é ser-se um Rui lá. Não era o "rrui", era o "rôy".

    Mas pronto,acho que cada caso é um caso. Não digo que ninguém deva dar João, Lourenço, Estêvão, o que quiserem, mas aceitem que se a criança quiser ou tiver de ir para fora vai ser complicado.

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  8. Concordo com isso da diversidade. Infelizmente em Portugal tem tudo o mesmo nome (pode parecer que não, mas por comparação com outros locais é bem verdade). Nem sequer deixam variações gráficas, só agora é que andam mais permissivos, estes salazaristas bolorentos, desculpem, mas é o que são... Se não o são expressamente ou conscientemente, têm a mentalidade. Se viajassem um pouco...

    Serviu-me a carapuça com o seu comentário porque de facto já evidenciei aqui que gosto que um nome seja internacional. Apenas expus a minha opinião, ou melhor, um critério que teria em conta (EU!). Cada um faça como quiser! ;)

    Quanto a esses nomes, ambos são reconhecíveis, apesar de não terem grafia internacional, especialmente devido à particularidade portuguesa do "im" em Valentim e tabém, em certo modo, do "eu" em Matheus. Mas são nomes bons e não muito usados (quer dizer, agora com a pipoca...). Força!

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  9. Gosto mto do nome Daniel, e é o nome do meu mano. Detesto Gabriel, ñ suporto mesmo e nem sei porquê. Qto a nomes internacionais o meu filho chama-se João Matias e em inglês ñ é nada fácil de dizer, em francês fica Máthiás, o k até acho giro. Se ele quiser emigrar pode sempre usar o diminutivo Matt :)

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  10. Sónia, tenho insistido nos nomes internacionais porque estou a dar resposta a solicitações dos leitores que, efectivamente,neste momento, têm essa preocupação. E muitos dos pais que me abordam sobre este assunto estão mais preocupados com a grafia do que com a pronunciação, até por motivos burocráticos. Peguemos, por exemplo, no nome Guilherme. Um Guilherme que viva no estrangeiro estará sempre a soletrar o nome a estranhos, porque ou faltará o U, ou será escrito com duplo L...

    Como certamente percebeu ao ler o blog, eu gosto muito dos nomes portugueses e defendo-os a todo o custo, mas quando os pais estão fora ou pretendem mudar-se, compreendo que seja algo a equacionar. De qualquer forma, acho que é preciso salvaguardar que, ao contrário do seu exemplo chinês, as listas que tenho apresentado não desvirtuam em nada a cultura portuguesa. São quase todos nomes usados em Portugal, ainda que com maior ou menor popularidade!

    Quanto aos nomes que escolheu para o seu menino, são marcadamente latinos, portanto há uma série de países onde não constituirão obstáculo... :)

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  11. Anónimo, onde posso encontrar esse ranking de nomes mais usados nesse triângulo?

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  12. Não gosto nada do nome Daniel.
    Nomes terminados em EL, só gosto de Gabriel, Rafael e Samuel.

    Em certa parte concordo com a Sónia! Eu já vivi em Londres e em Paris e vi emigrantes portugueses darem nomes portugueses aos filhos, o que é algo que até admiro! É uma forma de patriotismo e manter as raízes.
    Quanto a Valentim e Mateus, são reconhecidos. Valentim de certeza que vão dizer Valentin, porque não sabem pronunciar o 'im', mas é pouco diferente.
    Mateus será um pouco diferente, dirão Matieu, Matthew mas também não terão problemas em dizer o S, Matieusse (como Lucas),e como já disseram poderá ser simplesmente Matt e pronto assunto resolvido!
    Eu gosto mais de Mateus mas Valentim também é giro.

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  13. Concordo com a Filipa. Acho que é importante optarmos por um nome que funcione também internacionalmente. Acho uma vantagem. E tal não implica que se deixe de ser patriota. Há bastantes nomes que são usados cá e também noutros países … Falo por experiência própria pois morei na Holanda e Bélgica e “João” lá não funciona de todo…ao fim de algum tempo torna-se cansativo...

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  14. Acho que o fator de ser "internacional" nunca me passou pela cabeça... Vivo em Portugal e não pretendo sair daqui, logo se tiver um filho não vou estar a ligar a esse fator já que iremos estar sempre a falar de suposições..."e se ele for viver para outro pais?" Imaginem se todos os outros povos também optassem por nomes internacionais..
    Agora, os pais portugueses que estão fazer vida noutro país, e que tenham planos de não voltar a Portugal nos tempos próximos, aí compreendo que será um fator importante.
    Quanto a Daniel, gosto bastante, é simples, bonito, e todos que conheci são 5 estrelas =) Por acaso não gosto muito de nomes terminados em -el, salvo Daniel e Miguel.

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  15. Pessoalmente, acho que a internacionalidade de um nome é muito importante - e no futuro, num mundo cada vez mais globalizado, ainda mais!
    E, como se vê pelas listas que a Filipa tem feito, é bastante fácil arranjar nomes que são muito comuns em Portugal mas que, ao mesmo tempo, têm a mesma grafia em muitos lugares.
    Os apelidos (quase) não se podem escolher, mas os nomes próprios sim :p

    Diogo é fácil porque nos EUA o hispânico Diego é muito comum... Há uns tempos uma professora inglesa disse-me que "Guilherme" era dos nomes portugueses que considerava mais difíceis de pronunciar - normalmente fica-se pelo "Gui", mas no estrangeiro, num ambiente formal, isso não resulta lá muito bem...

    Quanto ao argumento "se todos os povos optassem por nomes internacionais, isto não tinha piada", isso nunca acontecerá porque, como se vê por estes comentários, haverá sempre pessoas que não se importarão com o critério da internacionalidade :)

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  16. Eu não me direccionei aos pais que pretendem emigrar ou que já estão emigrados. Acho que faz todo sentido que pensem em escolher um nome também adequado ao país em que vivem ou viverão..
    Eu falo de pensar em escolher um nome internacional, mesmo que a emigração não esteja nos planos dos pais, só porque o filho um dia pode emigrar. Toda a gente um dia pode mudar de país nesse caso toda gente teria de escolher nomes internacionais...?
    Eu tal como a Anna não pretendo sair de Portugal logo não penso em escolher nomes internacionais para o meu filho, nem penso que isso seja importante para filhos de pais cuja emigração não está nos planos. Se ele um dia quando for adulto emigrar pois vai levar com ele um nome com grafia portuguesa, porque nascerá em Portugal, os pais nasceram em Portugal, e será criado em Portugal. E espero que se orgulhe disso mesmo que tenha de soletrar o nome!
    Mas, cada um faz como quer, só dei o meu ponto de vista.

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  17. Sónia, nunca esteve em causa, ninguém está a impor nada a ninguém. Somos todos diferentes, temos diferentes backgrounds e ideologias. Confesso que se calhar tenho logo prontamente esta ideia porque nasci noutro país, os meus pais idem, ambos falam nativamente a língua de lá e, por acaso, destino dos destinos, viemos cá parar (terra dos avós) tinha eu um ano. Sempre me habituei à pronúncia do meu nome nas duas línguas (não, não é Sol, mas agora tbm não interessa :) ) e sempre vi vantagens em ter um nome internacional. Também não sou patriota, pronto, se é esse o meu mal, tudo bem. Tenho mente global, já viajei muito por essa Europa e conheci muita gente, e tenho uma mentalidade diferente da sua, só isso. Uns têm uns critérios, outros outros. E não me querendo repetir, ainda bem que há Joões e Lourenços e Gonçalos. Mas também há Ricardos, Hugos e Leonardos, que apesar de não muito internacionais per se (referindo-me ao inglês) acabam por sê-lo pois são reconhecíveis, nem que seja por causa do Hugo Boss ou do Leonardo DiCaprio. Há imensas formas de se dar um nome internacional, e não precisa de ser mesmo mesmo inglês ou francês, etc.

    Btw, sou, claro, de uma comunidade portuguesa do país de que falei, mas nada impediu os meus pais de pensarem em "Sonja" e "Nastassja" (J que se lê I). :D Engraçada a coincidência de Sonja/Sónia... Cá realmente não resultaria. A internacionalidade não é só de cá para lá, né?

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  18. Infinitiva, sem dúvida. Neste século das comunicações instantâneas, então na crise em que este país está há décadas e com a população a começar a mingar seriamente daqui a uns anos, deixando quase o país deserto, a probabilidade de se vir a ter uma experiência lá fora é enorme. Nem que seja ERASMUS ou assim!! Mas força, Joões e Gonçalos, não desapareçam, diversidade é bom!!

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  19. Na minha opinião é mesmo uma questão de mentalidades, é aquela ideia de termos de fazer tudo para os outros, "é melhor termos um nome internacional para o estrangeiro o compreender e ter facilidade em pronuncia-lo se formos para fora", sou contra a globalização e também não acredito no sucesso dela (vê-se como esta a resultar em Portugal..), cada país tem a sua própria cultura, historia tradição, e deve-se defender essa diferença. Compreendo as outras opiniões mas discordo completamente.

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  20. Vou bater na mesma tecla, porque quero mesmo que isso fique claro: as listas que tenho efectuado são maioritariamente compostas por nomes que considero tão portugueses como os acima citados Valentim e Mateus mas têm a vantagem de ser usados, também, noutros países. Não há aqui nenhuma ideia de submissão, apenas de bem-estar da criança e não dos outros! Não é para que os outros tenham facilidade em escrever ou dizer, é para que a criança não tenha que estar sempre a repetir ou soletrar!

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  21. Sim, é o que a Filipa disse, estão a exagerar. Ninguém está a falar em Jonathan ou Kyle (embora Kyara e Sheila sejam agora oficialmente da onomástica portuguesa, ahahah).

    Se calhar o anónimo também defende como meia-dúzia de académicos de 80 anos para cima, que Sandra e Vanessa são aberrações estrangeiras (provavelmente os mesmos que apoiam listas de constitucionalidade dúbia). É que se formos por aí, há pouco propriamente português. Grande parte são adaptações. Por mim que haja diversidade cá também. Sim, quero Kyaras e Yaras e Iaras e Kiaras, e porque não Sophias na turma de Joões e Ódins (que a Filipa tanto gosta)? Monotonia é que não, que aborrecido. E para os meus critérios ainda há centenas deles. Um obrigado à Infanta por explorar este tema, sem dúvida dos mais interessantes!

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  22. Filipa, percebi perfeitamente que essa é a sua ideia...
    Mas do que tenho lido em alguns comentários (não nesta caixa, mas ao longo desta sua abordagem aos nomes internacionais) muita gente tem o pensamento que o anónimo referiu: O de escolher nomes internacionais para no caso de emigração, agradar aos outros e até de certa forma através do nome evitar a discriminação típica e normal para com os imigrantes.
    Já não sei que famoso é, mas sei que há um, que tem uma mulher luso-Americana, deram nomes americanos aos filhos porque a mulher diz que sofreu de discriminação na América por causa do seu nome português (e acreditam que só porque os nomes dos filhos são americanos, que eles não vão sofrer essa discriminação- errado)...Isso de facto é uma questão de mentalidades infelizmente.
    Mas a SUA ideia é outra e percebi-a perfeitamente.
    A única coisa que me fez dar a minha opinião foi ter estado a pensar nisto dos nomes internacionais e achar triste pensar que podem começar a diminuir o nº de Joãos , um nome português tão bonito, só porque a ideia dos nomes internacionais estar a ganhar relevo...Diga lá se não era triste que começasse a desaparecer um nome tão bonito, tradicional e típico português como João!? Claro que eu sei que ele não vai desaparecer e ainda bem.

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  23. Eu gosto bastante de Daniel,que por acaso é o nome do irmão do meu namorado (Tiago e Daniel, fica bem para irmãos) dos nomes masculinos terminados em "el" é capaz de ser o meu segundo preferido a seguir ao meu querido Rafael. Acho que é um daqueles clássicos que se ouve sempre mas que não se ouve demais.

    Quanto a ser internacional...sim é uma vantagem no caso de os pais emigrarem e caso, se decida emigrar é obviamente um factor positivo. Mas não acho que, para mim, esse seja um factor decisivo na escolha de um nome. Pessoalmente é-me até bastante irrelevante. Principalmente porque alguns dos nomes masculinos que mais gosto tem acentos e cedilhas e nunca deixaria de os escolher por causa disso.

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  24. Noutros países existe mais liberdade de escolha de um nome que em Portugal..com dois ll, com y ou i, com 1 ou 2 mm, nn, ph ou f, etc! E há imensos nomes que podem ter duas três quatro versões de escrita diferentes, e têm mesmo de ser soletrados para quem o vai escrever. É algo normalissimo. Aqui em Portugal é que um nome só tem uma versão e pronto, toda a gente sabe escrever, mas isso não é assim noutros países...Soletrar nomes não é nenhuma chatice, é algo normal!

    E depois, existem nomes que só são internacionais na escrita, porque na pronuncia são completamente diferentes!
    Se uma Eva chegar aos EUA e dizer my name is Eva vão escrever Ava. Se lerem o nome vão-lhe chamar Iva...Portanto ou ela soletra o nome ou habitua-se a ser tratada por outra pronuncia.

    Os estrangeiros, grande parte sabem que a cedilha lê-se S.
    Quanto ao til eles ignoram da mesma forma que nós ignoramos o trema. João ficaria Joáo, e não acho que seja assim um problema tão grande ;)

    Quem quiser evitar essas coisas e escolher um nome 100% internacional acho muito bem mas acho que não é preciso levar isso muito a sério ;)

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  25. Isto é como tudo, há uns que gostam de dar nomes extremamente populares e outros que gostam de ser mais originais, uns que apreciam o fato do nome dos filhos ser também internacional e outros que fazem disso uma atitude quase “anti-patriótica”… enfim somos todos diferentes e, como alguém disse, com experiências e backgrounds diferentes. Eu, pessoalmente, jamais daria um nome extremamente popular ao meu filho e sim, fico contente por o nome dele ser para além de português, um nome internacional.

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  26. Obrigada pela publicaçõa destas listas de nomes.

    Eu e o meu marido vivemos em Inglaterra e vamos ter um menino daqui a 2 semanas. Estamos a considerar os nomes David e Daniel justamente pela questão da grafia.

    Nós estamos sempre a receber documentos em que os nossos nomes aparecem mal escritos, já para não falar dos mails que se perdem porque as pessoas não sabem escrever os nossos nomes. E os nossos não são exactamente dos mais complicados!

    A sonoridade já é uma questão diferente. Acho que a nossa criança vai compreender facilmente que os avós portugueses vão falar com ele em português e pronunciar o seu nome de forma diferente dos amigos, que falam com ele em inglês.

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  27. ADORO ESTE NOME,POIS É O NOME QUE ESCOLHI PARA MEU FILHO!!
    E TRATA-SE DE UM NOME BÍBLICO TBM!!
    QUEM NÃO GOSTA ,SO LAMENTO!!!

    BJOS DO SEU PAI REYNALDO
    TE AMOO FILHÃO!!

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Com tantos nomes à escolha, vai mesmo ser apenas Anónimo? :)