Nomes que não se usam nos dois géneros

24.12.10


Por que é que adoramos um nome na sua versão masculina e não conseguimos pensar sequer na possibilidade de o usar numa menina, se tudo o que muda é um "a" em vez de um "o" no fim, ou vice-versa? E porque é que, noutros casos exactamente iguais, os dois géneros são usados sem restrição, como Adriano/Adriana, Ângelo/Ângela ou Cláudio/Cláudia?

Vejamos:


  • Afonso - Afonsa
  • Bárbara - Bárbaro
  • Bernardo - Bernarda
  • Catarina - Catarino
  • Cíntia - Cíntio
  • Clara - Claro
  • Eliana - Eliano 
  • Filomena - Filomeno
  • Gonçalo - Gonçala 
  • Gustavo - Gustava 
  • Helena - Heleno 
  • Laura - Lauro
  • Lourenço - Lourença
  • Martim - Martina
  • Leonardo - Leonarda
  • Lídia - Lídio
  • Lígia - Lígio 
  • Liliana - Liliano
  • Madalena - Madaleno
  • Margarida - Margarido
  • Mariana - Mariano
  • Mário - Mária
  • Marina - Marino
  • Nuno - Nuna
  • Orlando - Orlanda
  • Ricardo - Ricarda
  • Rodrigo - Rodriga
  • Rosana - Rosano
  • Salvador - Salvadora
  • Sebastião - Sebastiana
  • Sérgio - Sérgia
  • Vera - Vero
  • Vicente - Vicenta



2 comentários :

  1. A minha bisavó materna chamava-se Maria Afonsa.

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  2. Adoro Gonçala e Frederica (que não consta da lista)

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Com tantos nomes à escolha, vai mesmo ser apenas Anónimo? :)