Não tenham medo de escolher o vosso nome preferido!

em 23/03/23


Há dias, quando vos trouxe uma lista de nomes modernos, recebi algumas mensagens no Instagram de mulheres que diziam que gostavam de alguns desses nomes mas não teriam coragem de usar porque a família não veria essa opção com bons olhos. Recebo este tipo de mensagens desde 2010 e se antigamente a minha resposta era mais teórica, hoje posso-vos dar uma resposta cheia de prática. 

Desde que fui mãe pela primeira vez, fiquei ainda mais certa do interesse em torno da escolha do nome. Quase toda a gente quer saber a escolha e estranham se não tivermos o nome definido assim que a barriga se torna evidente; quase toda a gente sente necessidade de deixar claro o que pensam do nome e enunciar todos os seus defeitos. Quase toda a gente tem à mão uma listinha de alternativas, mesmo que em momento algum tenha sido solicitada. 


Se eu acho que isto é feito com maldade? Não, de todo. [Mas, e falo com conhecimento de causa, ninguém esquece um comentário insensível feito a respeito do nome que escolhemos com tanto carinho para o nosso bebé. Ainda há dias me aconteceu, a pessoa achava que estava a ser super discreta ao comentar com as colegas mas eu percebi claramente que estava a referir-se ao nome da minha filha e fiquei chateada com aquilo durante umas horas, portanto, aprendamos todos a ser mais empáticos...]  


Apesar de tudo, acho que podemos concordar que, na maioria dos casos, este zumzum desaparece ali por volta do primeiro mês de vida do bebé, quando já toda a gente sabe o nome e teve tempo para digerir a nossa escolha, tenha ela sido João ou Jerónimo. Passa o efeito surpresa, passa a novidade, surge outra grávida no horizonte e aquilo que parecia  o debate da nação simplesmente cai no esquecimento. 

E é por isso que eu acho importante relembrar aqueles que se vão estrear na maternidade e paternidade que a escolha deve refletir o seu gosto e não o de terceiros, até porque é bem possível que esses terceiros passem a detestar um nome que amavam meia dúzia de semanas antes e que depois se apaixonem pelo nome que achavam horroroso, porque simplesmente se habituaram a ele. 

Desse lado, com foi a experiência com a partilha do nome? Subscrevem esta ideia de que, em pouco tempo, já ninguém toca no assunto? A vossa autoconfiança aumentou ou diminuiu durante a escolha do nome do segundo filho? 

E os que não têm filhos, receiam ceder a pressões externas? O facto de terem interesse pela temática tranquiliza-vos ou causa-vos ainda mais ansiedade? 

46 comentários:

  1. Por aqui escolhemos um nome super nor mal para o nosso filho, Nuno, e ainda assim houve que comentasse, houve quem não gostasse, houve tudo! Posso dizer que apenas duas pessoas no nosso círculo de amigos/família nos elogiaram o nome e felicitaram a nossa escolha.
    Além da decisão do nome também não foi muito bem aceite que o menino tivesse apenas um nome próprio. Enfim...
    Hoje em dia todos adoram o nome e o nosso Nuno, doce e carismático e não poderia ser outra coisa que não Nuno!
    Se num primeiro filho estava muito segura do que queria, diria que num segundo filho me estaria a borrifar para opiniões alheias!

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  2. Querida Filipa, muito obrigada pelas ideias partilhadas neste post!

    Adoro onomástica e tenho que confessar que sempre que encontro um nome que seja peculiar ou
    «fora-da-caixa» e partilho entre família e amigos, as reacções são dentro daquilo que foi descrito… e algumas ainda piores. Tudo o que é fora do habitual causa uma série de reações que me faz reflectir o quanto é que a nossa sociedade tem que caminhar para ir de encontro aos tão apregoados sentimentos de tolerância, empatia e compreensão.

    Não tenho filhos ainda, mas penso cada vez mais neste projecto de constituir família. Fazer uma lista de nomes é parte do processo. Noto que é claramente o reflexo da minha personalidade, educação, vivências e interesses. A opinião dos outros conta cada vez menos, embora não possa dizer que seja plenamente imune.

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  3. A minha sogra ainda hoje puxa o assunto porque queria que o meu filho tivesse tido o nome do pai, para ela foi uma ofensa que lhe fiz!

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  4. Eu tive crises de ansiedade ao escolher o nome da minha primeira filha porque ninguém gostava das nossas escolhas e acabei por mudar o nome. Do meu filho mandei gravar logo um conjunto de fraldas de pano para me motivar a não dar ouvidos aos disparates!

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  5. Este post vem mesmo a calhar querida Filipa. Sou uma recente mamã e escolhemos o nome Constança para a nossa princesa.
    Sempre dissemos que se fosse menina seria este o nome e tambem pelo facto de não conhecermos nenhuma na nossa zona (eu até tinha outros na lista que nada tinham a ver como p.e: Alana, Ema, Lia) mas o pai nunca cedeu.
    Não houve comentários negativos enquanto estive grávida, só agora depois de tê-la, é que uma pessoa chegada a nós resolveu manifestar o seu descontentamento e ainda realçou que ainda bem que agora dá para mudar o nome porque a menina for mais velha vai o fazer. Não sei se foi por estar mais frágil mas a situação afetou-me tanto que passei a detestar o nome dela, e foi assim que descobri o seu Blog. Arrependo-me agora de não ter escolhido um nome composto ...

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    1. Mas Constança é um nome tão bonito e normal porque raio é que vai querer mudar de nome? Foi comentário só por maldade. Aliás eu tenho várias alunas Constança's

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    2. Seja bem vinda! :) O comentário deve tê-la apanhado de surpresa e sim, numa fase em que tudo parece ter outra dimensão!!! Mas se estivesse a ler este relato aqui no blog, feito por outra pessoa, quase que aposto que pensaria que a pessoa com o problema era, claramente, a que fez tal previsão. Se me tivesse dito que escolheu Urraca, até dava um desconto; mas como disseram no comentário acima, Constança é um nome tão normal e comum nos dias que correm, que dificilmente levantará quaisquer questão à criança, que é quem aqui importa! Um beijinho!

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    3. Constança é um nome super normal! Que indelicadeza esse comentário. A minha filha tem uma coleguinha no ballet com esse nome e pronuncia "Constância" :D

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    4. Constança é um nome tão bonito e doce de se ouvir, não deixe que as palavras dessa pessoa mexam consigo. Com certeza foi uma crítica feita por pura maldade. Acredito que gente assim só fala maldades por pura inveja.

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  6. Para evitar comentários e opiniões alheias nós optámos por não partilhar as nossas opções com ninguém, nem família, nem amigos, nem conhecidos. Depois de realmente decidido o nome (perto das 40 semanas) continuamos no mais incomodo silêncio. Houve quem se chateasse mas nós não queríamos dizer até porque não queríamos nada oferecido com o nome bordado! Quando a nossa filha nasceu revelamos finalmente o nome e, apesar de ser qualquer coisa diferente - Maria do Mar - ninguém teceu um comentário negativo a propósito. Toda a gente nos felicitou, penso que por se começar a ouvir cada vez mais (infelizmente e felizmente). Há quem tente tratá-la por Maria mas é carinhosamente orientada a tratá-la por Mar que é o nome que a distingue. Num segundo filho queremos manter a tradição de revelar o nome apenas depois do nascimento. Quem não gostar?! Terá de viver com a questão pois a nós não nos diz absolutamente nada.

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  7. Muita gente estranhou o meu Jaime mas, como é dito, acaba por passar. Hoje tenho a certeza de que o nome dele foi uma escolha acertada - ao contrário de muitos com nomes da moda que ouço dizerem que não gostam do próprio nome, o meu adora o dele!

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  8. No nosso caso, depois de meses de maledicência ao nome Benjamim, dissemos que íamos mudar o nome, não dissemos qual, e quando a família conheceu o Matias o foco no miúdo era tão grande que ninguém perguntou qual era o nome :D Nunca ninguém se pronunciou sobre isso depois, e da Gabriela dissemos logo que ia ser Gabriela e ninguém comentou grande coisa. Que me lembre nunca ninguém comentou de forma depreciativa (ou então reprimi esses comentários) - a não ser, lá está, com Benjamim, que entretanto acabámos por não dar e agora sinto até que 'passou esse autocarro'.

    E a vontade de chamar Carolina a uma próxima filha depois da música da Carolina Deslandes sobre a 'Carolina, que vem de punho cerrado'? :P Será pancada de quem chamou Gabriela por causa da música? :P

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    1. Conheço uma Carolina de 13 meses apenas, que é carinhosamente chamada de Carol.

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  9. Por aqui uma Olívia com 4 anos. Apesar de ser um nome que está a ganhar popularidade, ainda não é muito comum (ex: ela anda numa escola pública do centro de Lisboa e em 300 crianças só há 2 Olívias, ela e outra). Toda a gente, sem exceção, nos disse que adorava o nome. Desde pessoas da nossa geração (30s) a mais novas ou mais velhas. Ainda hoje recebemos sempre elogios quando ela diz o nome.

    Mas a opção se fosse um menino já não era tão unânime (Fausto). Aí via sempre o semblante das pessoas a ficar mais sério, mas a disfarçar :D e chegaram a dizer que dessa opção já não gostavam tanto. Mas seria indiferente para nós, tê-la-íamos escolhido na mesma.

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    2. A Sónia Tavares é mãe de um Fausto. Confesso que é um nome que não consta nas minhas preferências, mas primeiro estranha-se, depois entranha-se. A Filipa Gomes tem a Julieta e o Viriato e também no princípio me soava estranho, mas agora acho que encaixa tão bem com aqueles dois pequeninos.

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    3. Sou completamente de acordo com o seu comentário. Eu adoro Fausto, Viriato e Julieta. 😊

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    4. Eu na loja onde trabalho em part-time tenho 2 meninos que vão lá frequentemente Amadeu e Viriato. Não são irmãos mas nos rapazes são sempre os mesmos nomes que até dá gosto de ver esses nomes

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    5. Gostava de deixar o meu testemunho sobre este tópico. Em tempos trabalhei numa farmácia cuja população (sobretudo a mais antiga) tinha os mais variados e distintos nomes. Sou madeirense e foi aqui nesta ilha magnífica que exerci a minha actividade profissional. Conheci pelo menos 2 clientes com o nome Fausto e tb conheci 2 clientes Faustino. Quando lidava com os pais de crianças que vinham levantar receitas, notei que os nomes estavam a ficar cada vez mais uniformes e seguiam as tendências continentais. Portanto foi com muito gosto que conheci pais que tinham nomeado os filhos com nomes que fugiam aos tops - os tops dos nomes "betinhos" e os tops dos nomes "hippies". Com o crescimento das crianças, notei que muitas daquelas que tinham nomes fora da norma eram mais independentes, determinadas, com uma personalidade mais vincada. Nomes como Dália, Bernarda, Luzia, Lígia, Levi, Lira, Dante, Melissa, Mateus, Maria Tomé, Hilária, Sancha, Énia, Bebiana, Clemente, Baltasar, Merícia, Cassandra, Hernâni, Heloísa, Renata, Rogério, Rodolfo, Hélia, Valentina, Humberto, Bartolomeu, Damião, Josefa, Celso, Félix (são alguns exemplos de nomes de crianças nascidas um pouco antes de 2000, da minha lista) que antes eram considerados pouco comuns, feios, esquisitos ou peculiares... hoje em dia recebem outro olhar! Por isso não tenham medo de nomear os vossos filhos com os nomes que vos pareçam bonitos e que vos seja especial de alguma forma! O tempo dirá... Só um ser muito quadrado e problemático é que não evolui, na minha opinião. A temática dos nomes tb é reflexo dessa dita evolução. Bem haja!

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    6. Obrigada pela partilha caro anónimo madeirense, muito sagaz e pertinente.

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  10. No nosso caso, toda a gente adorou o nome de menino, mas claramente estavam à espera de outro nome para menina. Mantivemos a nossa escolha e não só lhe assenta como uma luva, como quem comentou antes agora adora e elogia sempre. 😅 Não liguem. Mantenham-se fiéis a vocês e aos vossos bebés.

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  11. Filipa, eis o post que levanta mais polémica!
    Ainda não tenho filhos, mas com o nascimento de sobrinhos a polémica começou. Do primeiro, os pais pediram aos familiares mais próximos uma lista de opções, mas as avós tinham uns gostos que não agradavam a ninguém, no entanto, achavam que as escolhas delas eram as melhores. Como só criticavam os nomes preferidos dos pais, o nome do bebé foi mantido em segredo até ser registado. Assim se evitou ouvir mais críticas e depois acabaram por se calar e respeitar o nome.
    Do segundo filho quem escolheu o nome foi o irmão e com o tempo todo o mundo se habituou, porém, criticaram os pais por deixarem o irmão ter parte ativa na decisão. Mas no fundo foi uma forma de ele não se sentir excluído por chegar um bebé à família.
    Ainda tenho intenções de ser mãe e essa é uma preocupação minha. Sei que apesar de ter os meus gostos, fico sempre "mexida" com as críticas alheias. Há algum truque para lutar contra isso?

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  12. Como escolhemos um nome pouco comum tinhamos decidido não contar, só quando a bebé nascesse... No entanto, e depois de muito nos chatearem lá contamos, já no final da gravidez. O nome dela é Lira e não tivemos ninguem que nos dissesse que não gostava, tivemos pessoas a dizer que era muito giro e outras que viu-se que ficaram a pensar. Uma das avós diz que no inicio estranhou porque embora trabalhasse numa escola nunca tinha ouvido o nome, mas que agora gosta muito.
    Tenho uma colega de trabalho que "goza" um pouco com o nome da minha filha. Trabalhamos com dados de particulares e de vez enquando comentamos os nomes incomuns que nos aparecem... Não me chateia que goze com o nome Lira, uma das filhas dela chama-se Inês e deixei logo claro a ela que odeio o nome... XD

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  13. Eu sempre ignorei qualquer comentário que faziam. Ate da minha própria mãe. Sempre disse que as minhas filhas iam ser Guiomar e Mercês e assim foi! Todos tentaram que mudasse de ideias. Não conseguiram

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  14. A minha menina chama-se Elena. Adoro tudo nesse nome... a sonoridade, a delicadeza, o significado... apaixonei-me por esse nome e foi com muita alegria que o anunciei.... e foi horrível. Os comentários foram mesmo idiotas. E as piadas podiam não ser por maldade mas magoaram me mesmo... afinal era do meu bebé que estávamos a falar. No alto das minhas hormonas ainda ponderei seriamente mudar o nome. Ainda bem que não o fiz. O nome encaixa que nem uma luva na minha menina. E hoje toda a gente o adora.

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  15. Eu dos meus três filhos sempre tive comentários negativos, então da primeira é que foram comentário mais evasivos, mas, como os filhos são meus e do meu marido, a decisão dos nomes é nossa. Nunca nos deixamos afetar pela opinião alheia até porque não pedimos opinião a ninguém. O que aconteceu é que algumas dessas pessoas que na altura diziam mal dos nomes escolhidos para os meus filhos, hoje dizem que são nomes muito bonitos e que não imaginavam outros nomes para os meninos.

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  16. Os comentários maldosos dizem muito sobre a pessoa que os profere, quem é elegante exprime-se de maneira elegante e sem magoar. Como pais temos de ter uma atitude confiante perante a vida de forma a protegermos os nossos filhos e passarmos esse legado de confiança e auto estima, que começa no seu nome. É raro mas já aconteceu escutarem o nome de alguma das minhas filhas e partilharem uma referência histórica ou artística, ganham pontos aos meus olhos! Pessoas inteligentes, cultas e elegantes existem, tem é de se procurar muito…

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    1. Andreia, gostei muito de ler a sua opinião! Fez-me reflectir em muitos aspectos inerentes a este assunto: comunicação, personalidade, educação, cultura, elegância, inteligência, confiança, determinação e independência. Uma amálgama bonita de conceitos, que vai muito para além da sua mera definição. 🤍

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  17. Meu nome favorito é Fernão, mas não consigo convencer minha esposa. Alguma sugestão?

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    1. Com uma auto estima saudável e bem desenvolvida o seu nome não a magoaria. Mesmo chamando-se simplesmente Ana isso que sente continuaria existir, faça uma auto análise profunda e ame-se.

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    3. Que não é o seu caso, tem um nome harmonioso. Ainda assim saiba que pode mudar o seu nome, é um processo simples, tome uma atitude e deixe de culpar os seus pais.

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    4. é sim, qualquer coisa na fase adulta se constroi na infância. Crescer sendo chacota de adultos e crianças não são ótimas formas de crescer e ser saudável em todos os sentidos. Mas você não quer saber disso, você deve ser do clube dos pais que decidem qualquer coisa e o filho que lide com as consequências. Mas adorei o seu comentário, já estou em processo de mudar de nome.

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    5. Onde na sua cabeça você leu que eu estou culpando meus pais? Apenas descoderdei do post, nomes são identidades e isso deve ser levado em consideração no momento de escolher um nome, ele sendo "harmonioso" ou "inventado". Não se pode mais ser a "contra" na história que vários juízes, psiquiatras e psicologos formados pela internet aparecem para dizer o diagnóstico. Vou até apagar meus comentários, pois podem aparecer outros profissionais de internet e falarem que estou incentivando uma guerra contra o registro civil e os futuros pais.

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  19. Escolher o nome de um filho não é tarefa fácil, mas claro que a decisão é dos pais. Longe vão os tempos em que os padrinhos escolhiam o nome do afilhado!
    Na escolha do nome da minha filha mais velha apenas participaram os pais, do filho mais novo foi igual (apesar da mana já ter 8 anos e ter dado, claro está, a sua opinião!). O critério para a escolha do nome dos nossos filhos era que não poderiam ser nomes que tivesses masculino e feminino ex: Paulo/Paula, Alexandre/Alexandra, Luís/Luísa, pois ambos não gostamos.

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  20. Filipa, tenho uma menina (Úrsula) e agora estamos esperando um menino. Que nomes indicaria como par perfeito?

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    1. Olá Cecília. Úrsula é um nome bastante singular e acho que o nome do mano também deveria seguir essa tendência. Acho que combinava bem com Sebastião, Joaquim, Romeu, Baltasar, Bento, Cristóvão, Valentim... mas o meu predileto é mesmo Valentim.

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    2. Concordo que o irmão da Úrsula deve também ter um nome pouco comum! Sugiro:

      - Úrsula e… Ulisses, Baltasar, Nicolau, Félix, Sancho

      Depois partilhe qual foi a sua escolha!

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  21. Olá a todos. Tenho uma Concha de 15 meses e mentiria se não dissesse que ouvi alguns comentários menos bons no início. Eu e o meu marido quisemos escolher um nome menos comum e da lista sobraram-nos 3: Concha, Jade e Aura. Depois perguntamos às pessoas mais próximas qual gostavam mais e ficou Concha. Atualmente a maioria das pessoas quando sabe o nome diz que é um nome muito bonito. Se tive dúvidas? Claro que sim, mas não podemos ligar assim tanto às opiniões alheias porque vai haver sempre quem não goste! Já agora adoro o seu blog, quando foi para escolher também fiz algumas pesquisas aqui.

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    1. Não sei se é por seguir este blog, mas noto que Concha tem ganho mais destaque ultimamente. Se a Liliana tivesse escolhido outro nome qualquer, iria haver sempre alguém para apontar algum defeito, pois é impossível agradar a todos.
      Acredito que a sua escolha foi feita com consciência e bastante ponderação, portanto foi a mais acertada.

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  22. Olá, por aqui uma Caetana e outra Benedita nomes escolhidos em 2013/2014, no norte de Portugal, ou seja ouvi de tudo, mas sempre me senti segura dos nomes escolhidos, acho que os comentários são piores hoje em dia, mas os elogios também são mais frequentes agora. Acho apenas triste hoje em dia me dizerem que são nomes da moda, que existem “muitas”
    Bem em 2013 não existiam 😵‍💫
    Pelos menos as minhas filhas tem os nomes escolhidos por mim e não pelos “outros” ☺️

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  23. Bom... Estou grávida e quero colocar o nome da minha filha de Olívia, acho clássico e lindo! O problema é que o nome carrega um apelido que tive na infância e me causava muita chateação, que é Olívia Palito!
    Estou muito indecisa se coloco o nome ou não.
    Na busca achei seu blog.

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    1. Se o nome Olívia ainda lhe causa incómodo e lhe remete para uma fase menos positiva da sua infância, o meu conselho é que não o coloque na sua filha. se o fizer, corre o risco de estar sempre a colocar o dedo na ferida de cada vez que olhar para a menina. A menina não tem culpa nenhuma e vai carregar uma conotação negativa no seu nome.
      Apesar de gostar muito do nome, acredito que deva repensar as suas alternativas e certamente encontrará um nome à altura de Olívia mas que não lhe cause qualquer incómodo.

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  24. Olá Filipa! Antes de mais quero que saiba que venho sempre ler o seu blog em busca de inspiração e normalmente encontro sempre aquilo que procuro. A minha filha chama-se Matilda, o meu filho é Elias e estamos à espera de outra menina. Nunca escondemos que gostamos de nomes diferentes nem nunca cedemos às pressões alheias, os nossos filhos gostam muito dos seus nomes e o resto da família teve de se habituar, é simples! De facto as pessoas adoram fazer comentários maldosos em relação aos nomes, mas nós sempre respondemos com um sorriso e sem grandes ofensas então aí as pessoas acabam por desistir da conversa. Beijinhos

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