Não aprecio em demasia os apelidos. Por norma, trato as pessoas com quem me relaciono pelo nome próprio, porque acho os apelidos muito impessoais e esse é um dos motivos por que não pretendo escolher um nome demasiado comum para os meus filhos - quero evitar, dentro do possível, que sejam tratados na escola pelos nomes de família.
Conheço de perto quem valorize muito mais os apelidos do que o nome próprio, especialmente tratando-se de elementos de famílias de linhagem, mas não é de todo o meu caso e, portanto, vejo os apelidos mais como uma imposição do que como uma bênção.

