Ultimamente tenho-me embrenhado no site da Associação dos Amigos da Torre do Tombo, e foi lá que encontrei os seguintes nomes, de assentos entre 1536 e 1911:
- Adria Romana
- Anastácia da Lua
- Arcângela Micaela
- Aurora Celestina
- Bárbara Vitória
- Bartolina Rosa
- Beatriz Hortênsia
- Camila Doroteia
- Carlota Umbelina
- Carmina Lídia
- Catarina Lourença
- Clara Bela da Luz
- Cláudia Neptunina
- Cláudia Rosimunda
- Corina Violeta
- Domingas Constança
- Edmé Luisa
- Emília Julieta
- Emília Salomé
- Eulália Rosa
- Felizarda Maria
- Francisca Dionísia
- Guiomar Fortunata
- Helena Isidra
- Irene Carmelinda
- Isabel Caetana
- Isadora Joana
- Jerónima Rosa
- Joana Antónia
- Joana Emília
- Joaquina Violante
- Juliana Teodolinda
- Lara Carlota
- Laura Francelina
- Leonor Benedita
- Letícia Gabriela
- Luísa Micaela
- Magna Benedita
- Margarida Violante
- Maria Egipciaca
- Matilde Carolina
- Matilde Eufémia
- Mirandolina
- Narcisa Florinda
- Odória Felícia
- Olímpia Doroteia
- Olívia Merciana
- Patronilha Leonor
- Petra Paulina
- Raquel Aldora
- Rita Lucrécia
- Sabina Leocádia
- Sara Elisa
- Toríbia Tomásia
- Úrsula Micaela
- Vicência Aureliana
Não é difícil imaginar a maioria das reações a estes nomes, mas devo confessar que quase todos eles me encantam. E já não tenho dúvidas sobre o facto de Rosa ter sido, outrora, um segundo nome de excelência, sendo utilizado com muita frequência em quase todas as combinações que conseguirem pensar.

