Mostrar mensagens com a etiqueta diminutivos portugueses. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta diminutivos portugueses. Mostrar todas as mensagens

Duelos improváveis - Alex vs Leo

em 26/05/17


Tenho alguma dificuldade em quantificar o uso de diminutivos e hipocorísticos em Portugal, mas tenho a sensação de que é uma prática muito enraizada e que não se esgota no universo infantil, ainda que, grande parte deles, tenha origem nessa fase da vida. No livro Antroponimia Portuguesa, de 1928, escreve J. Leite de Vasconcellos: "Na linguagem infantil e na das pessoas que lidam com crianças ouvem-se muitas vezes nomes como Quim, Lulú, que da parte d'estas representam insuficiência de pronúncia, e d'aquelas representam afecto. Os alemães chamam a tais nomes: Koseformen, Kosewörter, Kosenamen, isto é, formas, palavras, nomes de carinho". Mais à frente, afirma que o "uso actual de hipocorísticos em pessoas adultas é todavia mais frequente em mulheres do que em homens, porque o mimo que na primeira infância era comum aos dois sexos [...] desapareceu essencialmente no homem, depois que este se tornou adulto; só a mulher permanece terna e ameninada!". 
Da obra acima referida, retirei os seguintes nomes e respectivos hipocorísticos que, na altura, foram recolhidos em diferentes partes do país: 

Os nomes curtinhos não têm personalidade?

em 16/03/12


Ontem passei os olhos por um post do Fórum de Mãe para Mãe, onde uma futura mamã contava que uma amiga lhe tinha dito que Lia era um nome "sem personalidade". Eu até entendo o que é que a tal amiga queria dizer, mas acho que é mais uma questão de falta de habituação do que outra coisa qualquer! Apesar de não concordar diretamente com a afirmação, já disse mais do que uma vez que alguns dos nomes curtinhos me parecem mais interessantes com diminutivos do que como nome próprio. É simplesmente uma questão de gosto! Baseando-me na lista de nomes curtos mais populares de 2011, proponho algumas alternativas mais longas: 

Nomes diminutivos

em 08/06/11


A certa altura, nos EUA e na Grã-Bretanha, os pais começaram a atribuir aos bebés diminutivos, como nomes próprios. Já tenho dito que adoro diminutivos, pelo seu carácter de intimidade e ternura, mas ainda demonstro alguma resistência à maioria deles enquanto nomes próprios. Na verdade, nem são estes diminutivos que mais gosto: prefiro diminutivos mais inesperados, que não remetam logo para o nome em si. Alguns destes diminutivos ganharam autonomia, como Mia, Lia, Leo. Mas e os restantes? Conseguem pensar neles como nomes próprios, ou ficariam certos de que a Xica é na verdade Francisca e o Fredo, Alfredo?
Se quiséssemos copiar o exemplo, eis algumas possibilidades que encontramos na lista de admitidos:


Feminino

  • Alexa
  • Angelita
  • Anita
  • Anusca
  • Bela
  • Benita
  • Berta
  • Bia
  • Bina
  • Carminho
  • Carol
  • Clarinha
  • Córita
  • Cris
  • Dina
  • Fani
  • Gabi
  • Gina
  • Guida
  • Heli
  • Isa
  • Jani
  • Jéni
  • Jil
  • Joaninha
  • Julita
  • Juvita
  • Katie
  • Lana
  • Leta 
  • Lea
  • Lia 
  • Lici
  • Lila
  • Lisa
  • Lízi
  • Lízie
  • Macati
  • Madel
  • Mágui
  • Marilita
  • Marita
  • Marli
  • Martinha
  • Mia
  • Mila
  • Néli
  • Nely
  • Nice
  • Nila
  • Nina
  • Rosarinho
  • Susi
  • Tália
  • Talita
  • Teresinha
  • Tita
  • Xica
  • Zita






Masculino


  • Alex
  • Ari
  • Art
  • Bastião
  • Ben, Benny
  • Berto 
  • Beto
  • Chico
  • Chris
  • Dan, Dany, Danny
  • Dino
  • Édi, Eddy
  • Eli
  • Fred, Fredy
  • Fredo
  • Gino
  • Greg
  • Gui
  • Guido
  • Guto
  • Jóni, Jonny
  • Jovito
  • Kiko
  • Leo
  • Lino
  • Lito
  • Manel
  • Manu
  • Marito
  • Max
  • Milo
  • Miro
  • Nick
  • Paco
  • Pepe
  • Quim
  • Rafa
  • Rai
  • Rick, Ricky
  • Rúdi
  • Sam
  • Telo
  • Téo, Theo
  • Tom, Tommy
  • Toni, Tony
  • Xico
  • Zach
  • Zito