Durante muito tempo, convivi com um senhor Batista, achando eu que o senhor era tratado pelo apelido mas, recentemente, descobri que é nome próprio. E não é João Batista [ou Baptista], combinação relativamente comum, é mesmo só Batista. Honestamente, a sonoridade de Batista agrada-me e até acho bonita a ideia do nome associada ao ritual. Numa altura em que temos nomes fortes da religião católica no nosso ranking, como Francisco, Gabriel, Santiago, Salvador, Lucas, Mateus, Xavier e até mesmo Benedita, será que faria sentido equacionar Batista?

