Por sugestão de uma leitora, hoje abro espaço para contarmos histórias de escolhas de nomes amparadas por tradições familiares. Na minha família, há vários "herdeiros" de nomes, mas nada de muito extraordinário: filhos que receberam os nomes dos pais, meninas que receberam os nomes das madrinhas, madrinhas que vetaram o nome escolhido pelos pais. Porém, através do blog, tenho conhecido casos bastante complexos e aqueles que mais me marcaram foram os de futuros pais que se sentiam aprisionados pelas escolhas dos antepassados. Como já aqui tive oportunidade de dizer, eu simpatizo com a ideia transformar a atribuição do nome a um recém-nascido num ritual familiar, mas apenas e só quando essa é a vontade dos pais e nunca por imposição da árvore genealógica. No entanto, convém referir que estes casos foram mais marcantes mas não foram os mais numerosos e que conversei com muitas pessoas que se sentem felizes por partilhar o nome dos seus entes queridos e muito orgulho em partilhá-lo com os filhos! Contem-nos então as vossas histórias!
