Há dias, um jornal publicou uma notícia a dar conta da súbita popularidade de José e, apesar de eu continuar a achar que aqueles dados não estão correctos, percebi que muita gente ficou agradada com a ideia. Não me espanta, já que vai ao encontro da teoria que tenho partilhado convosco de que há um interesse cada vez maior por aquilo que resolvi chamar de nomes simples!
Os nomes simples de que vos tenho falado estão num patamar de popularidade menos elevado do que José, que em 2008 ainda ficava acima dos mil registos anuais mas que agora já só ronda os 700. Falo-vos de nomes menos populares, porque também sei que a busca pela simplicidade também se cruza com a vontade de escolher nomes menos ouvidos no dia-a-dia, mas pensando nos nomes que já estão nos nossos radares, acho mesmo que José é o nome que melhor encaixa no perfil. E o mesmo se passa com Simão, quem em 2010 também ultrapassou os mil registos anuais, mas que em 2017 também já só foi escolhido para 700 meninos.
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